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Software: Algoritmos do ponto de vista do cliente

23/05/2016

Algoritmos são tema de pesquisa acadêmica e de discussões acaloradas nos corredores e máquinas de café de universidades e empresas por todo o mundo. São a matéria-prima das soluções que um computador consegue enxergar, mas, será que podem ser considerados uma solução per se? Creio que não.

 

Para que um algoritmo seja útil de fato para um cliente, um usuário final, sua implantação e execução precisam ser acessíveis e práticas, além de utilizar uma linguagem dirigida a ações. Um software cujo design é dirigido por esse conceito itera continuamente sobre 3 aspectos principais:

 

Quais perguntas definem o problema?

 

Se pegarmos todos os algoritmos que compõem a obra de um dos principais autores de computação, Donald Knuth, iremos encontrar abordagens para problemas variados, porém, se você não souber qual o seu problema, nenhum daqueles algoritmos conseguirá ajudar. Definir o problema é fundamental.

 

Quais respostas contextualizam a solução?

 

Depois de formular as perguntas, precisamos encontrar um formato de respostas que minimize a carga cognitiva. Isto é, deve-se selecionar as informações relevantes ao usuário, ao invés de apresentar todos os dados de resposta. Alguns números, gráficos e outros indicadores visuais são sempre muito bem-vindos.

 

Quais ações devem ser tomadas?

 

As respostas indicam ações a serem tomadas para solucionar os problemas. Dessa forma, tais ações podem ser tomadas de maneira ágil, sem dúvida de qual direção tomar. Esses três aspectos permitem que o algoritmo entregue valor ao usuário final, em formato de software.

 

Dessa forma, uma equipe multidisciplinar, formada por engenheiros, designers, programadores e especialistas do domínio, integrada com o cliente (usuário final), pode encontrar soluções eficientes e que sejam simples de usar. Essa simplicidade aparente e objetiva é ponto central em um software como serviço.

 

Isto é, do ponto de vista do cliente não é o algoritmo, mas o acesso a ele, que define sua utilidade. Um algoritmo ruim ou um acesso ruim ao seu resultado não entregam valor, logo, software é comunicação, e algoritmos são os responsáveis pelos dados contidos na informação necessária para a tomada de decisão.

 

A Genoa trabalha na concepção de algoritmos logísticos e em sua implementação através de softwares personalizados e amigáveis para o usuário final. Entre em contato conosco para saber mais!

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