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Otimismo para 2015

13/01/2015

 

O ano de 2015 é promissor, mas exigirá atenção redobrada do mercado de logística e transporte: a desaceleração na indústria e no varejo em 2014, somada à expectativa de retomada econômica em 2015 coloca o mercado em estado de reoganização.

 

Por estado de reorganização, entende-se uma necessidade em buscar reavaliar, replanejar, redinamizar e otimizar todos os aspectos de operação logística possíveis. Deve-se buscar aproveitar estruturas e ativos ao máximo – gerando aumento de eficiência e reduzindo custos de desperdício e ociosidade, permitindo projeção de ramp-ups e capacidades de maneira precisa, e ao mesmo tempo evitando geração de capacidade ociosa e minimizando custos e riscos financeiros.

 

Segundo balanços e pesquisas realizadas no setor, o ano de 2014 foi de muitas dificuldades para o setor logístico e a situação macroeconômica do país não ajudou

  • Estima-se que houve uma alta de aproximadamente 10 a 20% nos custos logísticos, em função do crédito mais difícil para pequenos negócios, aumento do combustível e, principalmente, alta dos juros;

  • Estima-se que cerca de 30% dos empresários dos três modais experimentaram aumento da receita no ano de 2014

  • As expectativas de avanço na infraestrutura logística se confirmaram em alguns pontos, mas deixaram a desejar em outros. No setor rodoviário, havia em 2014 uma boa perspectiva de avanço das estradas brasileiras com as concessões de 2013, mas pouco efetivamente foi realizado. No setor portuário, apesar da aprovação da nova lei dos portos, o mercado ainda não conseguiu se mobilizar de maneira eficiente e ainda enfrentamos restrições severas de capacidade portuária em um âmbito geral.

  • A crise hídrica prejudicou o desempenho do transporte aquaviário em diversas partes do país, atrasando contratos de movimentação e planos de compras de equipamentos e ativos.

 

Por outro lado, observa-se um cenário de investimentos de grande porte no desenvolvimento de novas estruturas logísticas de escoamento de commodities – principalmente grãos, no chamado Arco-Norte do país. Destacam-se os investimentos da região de Vila do Conde (PA) e em São Luís do Maranhão (MA), onde o TEGRAM está praticamente em fase operacional. São sem dúvida sinais de otimismo para o ano de 2015 e no futuro das commodities agrícolas, para um horizonte de pelo menos 30 anos.

 

Novas conexões ferroviárias – principalmente o trecho da Ferrovia Norte-Sul entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), previsto para entrar em operação no começo deste ano, também apontam novos caminhos e oportunidades de desenvolvimento logístico e comercial.

 

Cabe aos empresários ligados ao setor logístico nacional vincular cada vez mais seus processos de tomada de decisão e escolhas de investimentos em estudos que lhes mostrem possíveis cenários operacionais comparativos, suportados por avaliações robustas de conjunturas de mercado.

 

 

Essa demanda deve se tornar cada vez mais proeminente neste ano que se inicia. Sobretudo por conta do estado de alerta que permeia o cenário logístico nacional, recheado de dúvidas e incertezas de um lado mas com possibilidades desveladas de outro. Assim, a boa tomada de decisão é aquela que forneça robustez ao negócio, reduzindo riscos enquanto mantém sua atratividade financeira.

 

Nada mais natural portanto que buscar suporte em metodologias capazes de simular o desenvolvimento dos negócios, criar estratégias de inteligência logística e otimização.

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