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Simular para Inovar

23/10/2015

 

Inovação é um termo que se escuta com frequência cada vez maior dentro do ambiente empresarial. Em abril de 2014, em reportagem elaborada pela Harvard Business Review (Vol. 92, No. 4), os editores do Google rastrearam a frequência de uma variedade de termos de negócios usados ao longo das últimas décadas. A premissa seria que o emprego de voacábulos específicos é um reflexo da nossa cultura, e reflete nossas prioridades e anseios. A palavra “inovação” teve um aumento de mais de cinco vezes na freqüência de uso durante o período, muito maior do que vocábulos como “gerenciamento” ou “liderança”.

É fácil observar também outros parâmetros, como a quantidade de pedidos de depósitos de patentes nos EUA no último ano (mais de 600 mil), número que vem crescendo de forma exponencial. No Brasil esse número é bem mais tímido (5 mil por ano), mas, também apresenta tendência de crescimento exponencial.

Nesse ponto, convém definir o termo inovação como “uma resposta às requisiçoes e necessidades dos clientes”, a partir da exploração com sucesso de novas ideias e conceitos – sucesso para as empresas pode significar, por exemplo, aumento de faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros benefícios.

 

O que permite inovar?

 

Muitos fatores fomentam e permitem a inovação. Uma cultura de criatividade e flexibilidade é importante, mas ainda mais relevante é a capacidade de testar rapidamente novas ideias e identificar aquelas com maior potencial de desenvolvimento. Para os amantes de startups, pode-se dizer que inovação vem da capacidade de gerar os ciclos de validação dos produtos e conceitos de negócio de maneira rápida e eficiente, permitindo iniciar-se novos ciclos de validação.

 

Assim, o uso da simulação revela-se uma ferramenta essencial: na nossa passagem por esse mundo rápido e competitivo, acelerar e validar novas ideias, conceitos, layouts, propostas em um ambiente virtual - de maneira rápida e segura, fornece vantagens significativas em comparação com experimentos tradicionais.

Um tomador de decisão pode inventar um novo conceito de negócio, um layout de operação, um novo processo de gestão ou propor um novo dimensionamento de recursos durante seu café da manhã, elaborar esse projeto durante seu dia de trabalho, e simulá-lo para já obter as primeiras respostas sobre a viabilidade e eficiência da sua proposta em um horizonte de dias.

 

Com hardware e sofware adequados, gerar centenas ou milhares de análises e cenários é algo viável, e, que permite identificar pequenas modificações de layouts ou mudanças de procedimentos, equipamentos e capacidades, que podem trazer benefícios enormes ao desempenho do sistema.

 

Assim, a simulação traz também uma capacidade de inovação por uma metodologia serendípica – aquela que parece por acaso, só que não! O serendiptismo é uma uma forma especial de criatividade, ou uma das muitas técnicas de desenvolvimento do potencial criativo de uma pessoa adulta, que alia perseverança, inteligência e senso de observação.

 

“O acaso só favorece a mente preparada” – Louis Pasteur

 

Portanto, simule sempre! E cedo!

 

O aumento do ritmo de necessidade de tomada de decisões faz crescer também o risco associado a elas, se não adequadamente gerenciadas.

 

Uma empresa pode estar olhando para centenas de alternativas de projetos de inovação ou possibilidades de investimento, mas qual deles deve escolher para seguir?

 

Enquanto parte desta decisão é multi-facetada com outras disciplinas econômicas e sociais, a simulação pode certamente ajudar. A maneira óbvia é modelar a inovação/projeto para garantir que ele possa alcançar o desempenho e os benefícios esperados.

 

Além disso, a simulação pode ajudar a determinar os métodos e processos para um desenvolvimento bem sucedido, ajudando assim a avaliar quantitativamente questões como os custos do projeto, períodos de implementação da inovação, etc.

 

Não simular seu projeto e/ou propostas de inovação logo no início, tornará difícil extrair conclusões robustas antes de comprometer tempo e recursos significativos.

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